Mapa da Imaginação!

jogos e brinquedos educativos

Saiba qual é o melhor Imagine-me para você!

A Imagine-me tem uma série de recursos para uma educação mais criativa. Isso está bem claro, não é? Mas, essa diversidade toda pode ser angustiante! Como saber qual opção escolher, dentre tantas disponíveis?

Pensando nisso, preparamos um GUIA para ajudar você a escolher a melhor solução que a Imagine-me pode oferecer para a sua realidade e necessidades.

√Č em formato pdf e √© gr√°tis ????

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E então, ajudou? Esperamos que o GUIA tenha deixado mais claro qual a solução mais adequada para você.

Qualquer coisa, fale conosco!

Queremos um mundo mais criativo, vamos juntos?

A hist√≥ria do Imagine-me come√ßa ainda em 2015, a partir do relato de uma m√£e preocupada com a auto-express√£o do seu filho na escola. Nesse col√©gio, atrav√©s do relato dessa m√£e, soubemos que n√£o era permitido √†s crian√ßas levarem brinquedos de suas casas √† escola durante os per√≠odos de brincadeira. A justificativa era que, se fosse permitido, a escola estaria incentivando o consumismo entre os coleguinhas. Entendemos essa raz√£o, mas, assim como essa m√£e, pensamos… ser√° que n√£o haveria uma maneira de possibilitar essa auto-express√£o da crian√ßa sem trazer junto os aspectos do consumismo? Tem que existir! 

Como podemos permitir que a crian√ßa use seu brinquedo como forma de express√£o e afirma√ß√£o com seus colegas, mas sem o apelo comercial ou consumista? 

Como designers, esse foi o desafio que propusemos a nós mesmos. E foi a partir das várias fontes que consultamos e pessoas da área com quem falamos a partir disso que constatamos o quão importante era trabalharmos para possibilitar ambientes (e não só a escola) em que as crianças possam realmente e autenticamente expressar-se através de brinquedos. Mas não brinquedos já prontos da fábrica, e sim jogos, bonecos e aventuras de sua própria autoria. E esse foi o ponto de surgimento original do que viria a ser o Imagine-me:

Ao invés das crianças consumirem passivamente os heróis e histórias prontos, por que não criar os seus próprios?

Com essa pr√©-solu√ß√£o poss√≠vel ao desafio que hav√≠amos formulado, colocamos nossa criatividade para funcionar. Depois de 6 meses, aplicando o m√©todo de design e contando com a ajuda de muitas pessoas fant√°sticas (entre pedagogos, psic√≥logos e professores), criamos o Imagine-me. Tivemos a campanha de financiamento coletivo para possibilitar a produ√ß√£o das primeiras unidades (isso vai ser uma hist√≥ria para um outro texto), e ent√£o criamos o site, um ano depois lan√ßamos o volume DOIS, um ano depois novamente o volume THREE, e hoje estamos aqui, com site novo e muitos planos para 2020 ūüôā

Mas, voltando √† nossa trajet√≥ria, hoje vemos que todo o desenvolvimento do Imagine-me, naquela √©poca e ainda hoje, baseou-se em 2 princ√≠pios b√°sicos: 

1. Criar!

 “Criatividade √© inventar, experimentar, crescer, correr riscos, quebrar regras, cometer erros, e se divertir.” Mary Lou Cook (1918-atual), educadora estadunidense

Aqui falamos do Criar mesmo, com C mai√ļsculo. √Č o Criar que significa elaborar algo que s√≥ voc√™, com a sua bagagem cultural e modo de ver o mundo, pode fazer. √Č passar para o papel um pouco de quem voc√™ √© e expressar os seus sentimentos e percep√ß√Ķes atrav√©s da arte! 

Criar de verdade também é trilhar o caminho que pareça, a princípio, mais difícil e trabalhoso, mas que se mostra muito mais benéfico ao final. A tentativa e o erro não são acidentes, mas fazem parte do processo.

Criar de verdade tamb√©m √© explorar novas maneiras de ver o mundo, que voc√™ nunca pensou antes. Mais do que a experimenta√ß√£o por si s√≥, a reflex√£o posterior sobre o que voc√™ criou √© uma fonte para conhecer a si e suas rela√ß√Ķes com o mundo.

Esse, para nós, é o criar verdadeiro: um que permite a auto-expressão pela arte, em que criar e aprender são intimamente ligados pela experimentação e pela tentativa e erro, e em que o aprendizado é internalizado pela reflexão!

Mas esse é só um dos princípios do imagine-me, o outro é:

2. Pró-atividade

“Ensinar n√£o √© transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua pr√≥pria produ√ß√£o ou a sua constru√ß√£o.” Paulo Freire (1921-1997), educador brasileiro

Um criar por si s√≥ n√£o basta. Queremos que a atividade seja divertida e um meio para um aprendizado que permane√ßa. Um aprender de verdade requer tanto divertir-se (afinal, ‚Äúcriatividade √© a intelig√™ncia se divertindo‚ÄĚ!) quanto contextualizar o aprendido na sua pr√≥pria vida. E tem algo melhor para isso do que participar ativamente do desenvolvimento desse aprendizado? Quando a crian√ßa se torna parte importante e presente da formata√ß√£o da pr√≥pria brincadeira, coisas fant√°sticas acontecem. Cocriar a brincadeira significa, ao mesmo tempo, tomar as r√©deas da atividade, abrindo amplos horizontes e ensinando muitas responsabilidades!

Criar proativamente tamb√©m envolve ‚Äúbotar a m√£o na massa‚ÄĚ. Queremos que as crian√ßas sejam protagonistas da sua brincadeira e, portanto, do seu aprendizado. As brincadeiras mais significativas n√£o s√£o as que v√™m prontas na tela do celular, mas aquelas que precisam ser tocadas, mexidas, reposicionadas‚Ķ realmente experienciadas, enfim.

Acreditamos que o criar verdadeiro só se realiza quando também for pró-ativo, através de uma atividade que seja divertida, cocriada pela criança e experienciada em primeira mão.

E √© isso ūüėČ

Temos muito claro que criamos o Imagine-me com o propósito de permitir experiências de criação mais abertas, pessoais e, justamente por isso, mais significativas. Acreditamos que a educação do século XXI proporcionará experiências singulares, e vemos o Imagine-me como uma ferramenta para alcançarmos essa visão.

Acreditamos que a brincadeira que se cria √© muito mais do que a brincadeira que se consome ūüôā

Guilherme, Henrique e Pablo

Equipe Imagine-me